Melasma vs. Lentigo Solar: por que o diagnóstico diferencial define o resultado
Airton Barbalho ORCID 0009-0001-7321-5622

Não é tudo "mancha"
Na prática clínica diária, uma das armadilhas mais frequentes é tratar todas as hiperpigmentações como se fossem iguais. Melasma e lentigo solar podem coexistir no mesmo rosto — mas têm origens, profundidades e respostas terapêuticas completamente distintas.
Este artigo foi publicado na imprensa técnica especializada (trade press) da revista MedEsthetics Magazine — um veículo voltado a profissionais da estética e medicina que traduz conhecimento clínico para a prática de consultório.
Por que o diagnóstico diferencial importa
- Melasma — pigmentação dérmico-epidérmica difusa, frequentemente hormônio-dependente, com padrão simétrico
- Lentigo solar — lesão bem delimitada, epidérmica, acelerada por fotoexposição crônica
Tratar lentigo com protocolo de melasma — ou vice-versa — leva a resultados frustrantes, sobrecarga de sessões e insatisfação do paciente.
A perspective da prática
Mais do que classificar, o artigo defende que o diagnóstico correto é o ponto de partida de qualquer protocolo seguro e previsível. Sem isso, mesmo os melhores ativos ficam subutilizados.
"Protocolos de alto nível começam com diagnóstico preciso — não com produto."
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